A Himusky tem como prioridade preservar e relembrar mídias antigas. Também editamos e criamos vídeos dos quais gostamos de compartilhar. Aproveitem bem e não esqueçam de comentar.
Possuidor de uma grande inteligência, de uma habilidade incrível de
análise, costuma estudar seu adversário para então vencê-lo rapidamente,
muitas vezes de forma fatal, pois não costuma ter compaixão em batalha
ou aqueles que lhe trazem problemas. Mas essa é sua face como guerreiro.
No resto do tempo Kurama é gentil com todos, amigo e não mede esforços
para ajudar aqueles que ama. Itsuki, ao vê-lo enfrentar Toguro Ani,
surpreso, define Kurama como alguém "capaz de se sacrificar por aqueles
que ama, amando demais, mas capaz de matar friamente qualquer um que se
ponha em seu caminho ou no caminho destes". E basta lembrar a frieza
com que ele matou Roto (Time Lokuyukai), Toguro Ani, Shaki (antigo capitão de Yomi) e até mesmo sua reação diante do Yomi
enfurecido quando este descobriu que o homem que lhe cegou, quando
tentou lhe matar, fora mandado por Kurama, para ter certeza disso.
Kurama era conhecido como um poderoso youkai
ladrão, cuja crueldade e força atingiam grande fama. Ferido, ele foge
ao mundo humano e toma posse da criança que se desenvolvia no ventre de Shiori Minamino,
nascendo como filho dela e crescendo como tal. Acreditando que em 10
anos recuperaria parte de sua força e então não precisaria mais de sua
mãe, Kurama cresce até atingir 9 anos, quandpo percebe que ama Shiori
como a uma mãe e a partir daí resolve ficar do lado dela. Ele retribui o
amor que recebeu, sem nunca lhe contar que é um youkai.
Conhece Yusuke
ao roubar o espelho do mundo das trevas, com o qual pretendia salvar
sua mãe, internada num hospital, mesmo sabendo que em troca teria que
dar a própria vida. Yusuke,
sem pensar muito, acaba então por ajudá-lo, ao dar também parte de sua
recém conseguida vida e o preço do milagre não é cobrado. A partir daí,
ambos se tornam muito amigos e Kurama passa a integrar o Time Urameshi,
ajudando Yusuke em suas missões.
Kurama participa da luta contra os 4 monstros (Genbu, Byakko, Seiryu,
Suzaku), enfrentando Genbu e mostrando sua força pela primeira vez.
Mais tarde integra o Time Urameshi no Torneio das Trevas, e enfrenta Roto (Time Lokuyukai), Gama e Touya (Time Mashoutsukai), Uraurashima (Time Uraotogi), e Karasu (Time Toguro), voltando a sua força original (a de Yoko) pela primeira vez em 15 anos. Na fase seguinte, auxilia Yusuke na luta contra Sensui,
quando atinge o nível A em força e passa a se transformar em Yoko
Kurama quando sua energia se descontrola. Com seus poderes retornando,
Kurama se alia a Yomi,
antigo companheiro e amigo, agora um dos 3 reis do Makai, tornando-se
comandante do exército de Yomi e, mais tarde, participa do Torneio do
Makai, quando enfrenta Shigure.
Lembro de que quando fazia Senai, na hora do intervalo as vezes íamos a um fliperama para passar o tempo. Tinha Street II que era febre total, Captain America and The Avengers que a gente jogava sempre e até terminamos, Captain Commando e outros. Mas tinha um jogo estranho que ficava lá no canto e que poucos ousavam se aventurar nele. Era parecido com Street Fighter mas muito mais difícil, tinha um visual exagerado, plano de fundo na jogabilidade, coisas que nunca tínhamos visto e apenas três personagens, mas que eram marcantes.
Desculpem fãs de KOF (eu sou também) mas esta serie da falecida SNK é a minha favorita e acho que tudo de melhor da empresa saiu daqui. Quando resolvemos dar um tempo no jogo da Capcom e dar uma chance a esse novo, imediatamente ele começou a fazer parte das nossas vidas. E faz até hoje. A quantidade de personagens aumentou, a serie ganhos "spin-offs", especiais, virou anime e hoje o lançamento do primeiro game já completa 21 anos.
Garou Densetsu: Shukumei no Tatakai (Fatal Fury: King of Fighters), apareceu em 91, e foi um dos primeiros sucessos do novo console da SNK o Neo Geo. Foi o inicio das series de jogos de luta da empresa. Tinha singularidades com o Street World Warrior, mas possuía como já citei dois planos de batalha que podiam ser alternados pelo jogador, uma inovação já que ainda não haviam jogos "3D". Conta a história dos irmãos Bogard, Terry e Andy que junto com Joe Higashi, lutador de Muay Thai e amigo de Andy, irão se empenhar em uma vingança ao "quase imortal" Geese Howard, chefe do crime organizado em South Town e assassino do pai dos irmãos, Jeff Bogard. Para tanto se aventuram num torneio chamado King of Fighters (tai um bom nome pra outra série, rs), para tentar derrotar o anfitrião do mesmo, o próprio Geese. Encontrarão pedreiras no caminho claro, como o que depois saberíamos ser o mestre de Jeff e Geese Tung Fu Rue (também é mestre de Cheng Sinzan), Richard Meyer e sua capoeira, o DJ dançarino Duck King, o boxeador Michal Max, outro lutador de Muay Thai chamado Hwa Jai, o gigante Raiden e o braço direito de Gesse, Billy Kane.
Além do plano de fundo o jogo lançou as provocações entre personagens (Michael Max e Geese provocam se voce fugir muito). O game possui em seu time de criação programadores do Street Fighter original. O primeiro nome pensado para o jogo foi Real Bout, e esse nome pode ser visto em alguns cenarios, curiosamente o mesmo foi usado a partir da quarta edição da série (Real Bout Garou Densetsu - Real Bout Fatal Fury). Falaremos disso depois.
Curiosidades que conheço sobre o game: Richard Meyer o dono da rede de bares/boates Pao Pao Cafe, que dizem ser uma homenagem ao ator Richard Pryor, só aparece aqui como lutador, mas posteriormente retorna a serie com seu aprendiz Bob Wilson. O Mestre Tung é clara homenagem ao Mestre Munteroshi (Kamesenin) de Dragon Ball. Michael Max mais que óbvio que foi espelhado em Michael "Mike" Tyson. Dizem que Hwa Jai foi baseado no lutador Tong Po do filme Kickboxer. Quando se entrava "contra", para se enfrentarem os jogadores primeiro tinham que derrotar o personagem que estava sendo controlado pelo jogo (2 contra 1), isso só não acontecia contra o Sr. Howard.
Bom, nem preciso dizer que esse jogo marcou uma parte da minha vida e ainda é a minha série favorita até hoje, jogo sempre que posso. Ainda hoje ele é bem difícil de ser dominado devido a jogabilidade, mas ainda assim divertido. Saudades do fliper, do Senai e da galera, eu mato com uma partida de Garou ou assistindo aos animes. Possuo a serie toda de jogos que saiu para PS2 e guardo aqui com carinho (e nem tenho mais PS2). Bom, até a próxima quando vou falar mais sobre os outros games dessa serie. Recomendadíssima.
Para Cesar Anselmo, Fabio Foz, Clayton Tadeu, Alexsandro de Almeida, Alan Patrick, Caio, Manoel, Fabio Pereira e tantos outros que não citei, que fizeram parte disso e estavam lá também, bons tempos. Abraço a todos.
A seguir a abertura (que por sí só arrepia) e a capa sem vergonha da versão americana do Neo Geo que é engraçada.
Soul Edge
é o primeiro jogo da série Soul. Desenvolvido e publicado pela Namco,
foi lançado, para os Arcades em Abril de 1996 no Japão. Alguns meses
depois (em junho), a Namco soltou uma nova versão com nome de Soul Edge Ver. II,
feita para os jogadores que acharam o original muito “hardcore” e que
diziam que o chefão final era quase impossível de vencer.
Hwang
(que inicialmente era apenas uma versão do Mitsurugi para a versão
coreana do jogo) foi introduzido para os jogadores japoneses com uma
nova lista de golpes, Cervantes tornou-se um personagem jogável, e todos
os personagens receberam melhoras nos movimentos.
Mais tarde, o jogo foi lançado para o PlayStation, sendo renomeado para Soul Blade na Europa, na América do Norte e na Austrália. Soul Edge foi amplamente ofuscado pela sua seqüência, o famoso Soul Calibur, que foi considerada como o ponto inicial da série em 1999, com várias seqüências e uma história pra lá de complexa.
Soul
Edge é o nome da espada demoníaca, da qual a série se baseia (na
verdade mais este episódio, pois logo teríamos a introdução da Soul
Calibur e Soul Edge macho e fêmea e etc... esse é outro assunto). Foi o
segundo jogo de luta em 3D a apresentar personagens que utilizavam
armas, mesmo porque colocar armas em personagens de luta já não era um
conceito original (Samurai Spirits já estava lá).
A Namco
criou um excelente conceito de combate baseado em armas implementando a
importância da distância na jogabilidade. Os personagens mais lentos,
com armas de longo alcance, tentam atingir o oponente com um imenso
impacto de certa distância, em quanto que o personagem rápido e com
armas pequenas (ou de curto alcance) tenta chegar o mais próximo
possível do oponente para assim o atingir com ataques rápidos. Porém,
certos movimentos também influenciam no alcance das armas e vária novas
estratégias podem ser criadas.
Versão original de arcade:
· Mitsurugi (posto como Hwang na versão coreana) · Siegfried · Taki · Li Long · Sophitia · Rock · Seung Mina · Voldo
Soul Edge Ver. II:
· Hwang · Cervantes de Leon
Versão para console:
· SoulEdge · Han Myong · Siegfried! – Siegfried quando foi possuído pela Soul Edge no seu final ruim. Este conceito foi usado, mais tarde, para criar o Nightmare. · Sophitia! – Sophitia sem armadura, tirado de seu final. · Sophitia!! – Sophitia vestindo uma roupa de mergulho, tirado de seu final alternativo.
Bom,
eu joguei esse jogo até os dedos criarem calos e sou fã absoluto da
série até hoje. Foi um game muito importante na minha história e na
história dos games também, e a versão console possuí, na minha humilde
opinião, a melhor intro de todos os tempos. É isso.
"Transcending history and the world, a tale of soul and swords eternally told..."
Voltando a nossa série de jogos de luta, já um tanto abandonada, falaremos hoje de um jogo que eu curto de montão mas não sei jogar tão bem (aliás eu não sei jogar bem nenhum jogo de luta mesmo).
Virtua
Fighter foi lançado
em 1993,
desenvolvido pelo estúdio da SEGAAM2,
utilizando hardware desenvolvido conjuntamente pela empresa de tecnologia
aeroespacial Lockheed Martine da
Sega chamado de Model 1 e dirigido
por Yu Suzuki
(também diretor de Shenmue).
Foi
um marco por ser o primeiro jogo de luta em 3D. Foi desenvolvido na mesma época que o Virtua Racing,
e estes foram os primeiros jogos 100% poligonais da empresa. Uma das maiores inovações
que o jogo possuía era a possibilidade de mudar a visão na câmera durante o
jogo. Essa tecnologia foi patenteada pela empresa AM2.
A
jogabilidade era precisa e simples, havia três botões de ação no jogo: soco,
chute e bloqueio. Éra possível também realizar movimentos especiais combinando
os comandos, no entanto esses eram golpes “realísticos”, os personagens não possuíam
poderes sobre-humanos como em Street Fighter. Cada um deles possuía um estilo
de arte marcial
real e único, excluindo é claro os saltos que alcançavam alturas
sobre-naturais.
O
game causou um grande impacto, não apenas entre os jogadores, mas na crítica
especializada em geral. A série Virtua Fighter foi reconhecida pelo Instituto Smithsoniano (em inglêsSmithsonian
Institution,
que é uma instituição educacional e de pesquisa associada a um complexo de museus, fundada e
administrada pelo governo dos Estados
Unidos) pelas suas contribuições no campo da arte e do
entretenimento, e está em exposição permanente no National Museum of American History(o Museu Nacional de História Americana) em Washington,
DC, nos Estados Unidos.
Personagens da versão
original:
Akira Yuki
Jacky Bryant
Jeffry McWild
Kage-Maru
Lau Chan
Pai Chan
Sarah Bryant
Wolf Hawkfield
Dural
Curiosidade
que antes de se chamar “Dreamcast” o mesmo projeto da SEGA chegou a se
chamar “Dural” referencia ao chefão de VF. (também chegou a se chamar “Katana”
isso no Japão, nos EUA chamavam de “Black Belt” ou “Shark”, um nome pior que o
outro e um pouco de cultura inútil).
A série VF se
encontra já em sua quinta edição oficial (não incluindo “versões” e “spin-offs”)
e fora para Arcade, foi lançada também para outros vários sistemas. Aqui estão
os principais:
Virtua Fighter - Arcade (1993),
Sega 32X
(1995),
Sega
Saturn (1995) Virtua Fighter Remix - Arcade (1995), Sega Saturn (1995), Game Gear (1996), Master System (1996) Virtua Fighter 2 - Arcade (1995), Sega Saturn (1996), Mega Drive/Genesis (1997), Windows
95 (1997) Virtua Fighter 2.1 - Arcade (1995), Sega Saturn (1996), PlayStation
2 (2004) Virtua
Fighter Portrait Series -
Sega Saturn (1996) Virtua
Fighter Animation - Game
Gear (1996), Master System (1996) Virtua Fighter Kids - Arcade (1996), Sega Saturn (1996) Fighters Megamix - Saturn (1997) Virtua Fighter 3 - Arcade (1997) Virtua Fighter 3 : Team Battle - Arcade (1998), Dreamcast (1999) Virtua Fighter 4 - Arcade (2001), PlayStation 2 (2002) Virtua Fighter 4 : Evolution -
Arcade (2003), PlayStation 2 (2003) Virtua
Fighter 10th Anniversary -
PlayStation 2 (2003) Virtua Fighter 4: Final Tuned - Arcade (2004) Virtua Quest - GameCube (2005), PlayStation 2 (2005) Virtua Fighter 5- Arcade (2006), PlayStation 3 (2007) Virtua
Fighter 5 Online - Xbox
360 (2007) Virtua Fighter 5 R - Arcade (2008) Virtua
Fighter 5 Final Showdown -
Arcade (2010)
Em 1995/1996 VF ganhou também um anime com 35 episódios (divididos em 2
temporadas) que nunca passou aqui, pra variar. (Versões alternativas????)
Clássico, e está aí um vídeo para vermos o quanto já avançamos...
Agora o Vlad me mata... Esse não é todo mundo que lembra, mas me fazia sair correndo que nem um maluco da escola para assistir. Não perdia um episódio. Sawamu, O Demolidor (Kick no Oni), é um anime de 1974, com 26 episódios de 23 minutos cada. A criação é de Ikki Kajiwara / Kentaro Nakajiro, e produzido nos estúdios Toei. A TV Record o exibiu de 78 e depois em 1984, a TV Gazeta também reapresentou o desenho.
Um pouco do que eu sei: É a história de Tadashi Sawamu um lutador de Karatê e Nogushi, um empresário de lutas que se apaixona pelo estilo Muay-Thai e decide levá-lo ao Japão para tentar popularizá-lo. Nogushi acredita que Sawamu é a pessoa que poderia ajuda-lo na empreitada, e para isso, tenta convencer Sawamu de que o estilo Thai é melhor que o Karatê. Chuteboxe foi o nome escolhido por Nogushi para divulgar o estilo no Japão. Na verdade, só os primeiros momentos iniciais e os últimos da história são exibidos no "presente", o anime é praticamente um "flash-back".
O anime foi baseado na vida real do lutador Tadashi Sawamura, que se tornou uma lenda nos anos 60 no Japão. A história começa com Sawamu sendo derrotado pelo lutador de Muay-Thai Soman Sono Arikton. Humilhado, segue com a determinação de aprender toda a técnica do Karatê e Muay-Thai Ele quer uma revanche com Arikton, mas este é derrotado por Suiton e abandona o boxe tailandês. Sawamu desafia Suiton e vence. Ponshai Sheriakan, o "Lagarto de Fogo”, era o maior lutador da Tailândia. Sawamu luta contra ele na Tailândia e empata. No último episódio, Sawamu vence Ponshai, numa luta estonteante. O golpe principal de Sawamu (e do próprio Sawamura) era o famoso "Salto no Vácuo com Joelhada", (emocionante) que lhe dá vantagem sobre seus adversários. Foi homenageado no Regresso de Ultraman (1971), no qual faz um treino com o herói Hideki Goh.
Personagens principais: Nogushi, Endo, o treinador de Sawamu; Ideshiro que é amigo de Sawamu (que fica puto quando ele resolve largar o Karatê); Yoko, irmã de Ideshiro, que é dona de uma floricultura (e amada do Sawamu digamos) e a pequena Etsuko, sobrinha de Nogushi. Nunca mais se passou um episódio por aqui, ou sumiram no incêndio da Record ou num porão esquecido da TV Gazeta. Só sei que foi um marco na minha infância (tá bom, não só na minha) e me faz lembrar de muitas coisas boas. Glória aos 80.
Helloween (O Início) de 2007, é um remake da versão clássica de 1978, dirigida pelo fantástico Rob Zombie, com roteiro do próprio e John Carpenter. Esta versão se aprofunda nos anos em que Myers passa no sanatório, mostrando como se tornou o assassino que mata sem piedade. Também aborda sua horrível infância, maltratado pelo namorado da mãe, que desrespeita seus enteados, com uma mãe que é stripper (por isso também é zuado na escola), o que explica, em partes, seu sinistro comportamento assassino. Após matar o padastro, sua irmã e o namorado dela (com requintes de crueldade, digamos), o garoto é levado para um hospital psiquiátrico. Mesmo após anos sendo tratado pelo Dr. Loomis (agora vivido por Malcolm McDowell) sua situação mental piora, até que consegue fugir do hospital e ir atrás de sua irmã Laurie (agora a gente sabe que é a irmã dele né), a única sobrevivente da família.O filme tem o nosso querido mexicano maluco Danny Trejo como um dos funcionários do hospital, e a deliciosa Sheri Moon Zombie como a Sra. Myers. Tyler Mane (o Sabretooth do filme X-Men) encarna Mike Myers (perfeito). Para mim o filme é lindo, apesar das críticas... Rob Zombie 4 Ever!! No cinema por aqui ele foi retalhado em mais de 30 minutos e o filme ficou sem pé nem cabeça para quem assistiu, cortesia da Playarte que queria mudar a taxa da censura.
Halloween II, de 2009, seqüencia do remake, escrito e dirigido por Rob Zombie, continua onde terminou o outro, passado um ano, mostra como Laurel lida com os acontecimentos, o Dr. Loomis, como sempre tentando ganhar em cima, lançando mais um livro sobre o assunto e Myers, na sua incansável busca por sua irmã (que por sinal foi a única que ele não matou na casa quando era garoto, né?). Fabuloso.
Bom se esqueci algo, me perdoem. Tentei contar o que conheço dentro de meus limites. Mas Halloween merece toda a atenção pois é um clássico indiscutível. Longa vida a Mike Myers (ou ele já a possui??).
Continuando nossos especiais de Halloween, falando sobre a série de filmes de mesmo nome...
Halloween V - The Revenge of Michael Myers (A Vingança de Michael Myers) é de 1989, onde o eterno Dr. Sam Loomis (Donald Pleasence, de novo) tenta ajudar Jamie Lloyd a descobrir onde seu macabro tio vai atacar, pois agora ela parece ter uma conexão psíquica (como??) com ele. Montam uma armadilha na casa de Myers, a polícia o leva, (mas nunca retira a máscara dele), mas aí aparece um estranho misterioso vestido de preto (hum?). Esse filme é raro por aqui. É dirigido por Dominique Othenin-Girard (quem?).
Halloween - The Curse of Michael Myers (A Última Vingança), continua após o final explosivo da parte 5. É tão confuso que é difícil explicar. Teve um relançamento totalmente diferente da versão do cinema (Halloween 6: The Producer´s Cut), que dá uma "explicada" meia-boca no roteiro. Myers e Jamie foram levados pelos homens encapuzados (quem são???). Michael volta para encontrar o bebê dela, Jamie morre. Aparece Tommy Doyle que é obcecado por Myers, e está de olho na família que mora na antiga casa dele (que são da família Strode). Os homens de preto estão fazendo (durante anos) experiências genéticas no Smith´s Grove Sanitarium (será isso que transformou Myers de um psicopata num monstro imortal??) e vamos terminar antes que o cérebro de um nó. Ultimo filme do Dr. Loomis (Donald veio a falecer). O filme é de 1995 e Joe Chappelle dirige o negócio.
Halloween H20 (Vinte Anos Depois), de 1998, conta a história de Keri Tate, que esconde um segredo, na verdade ela é Laurel Strode. Vive na Califórnia, e sabe que seu irmão voltará, e numa jogada ousada se tranca na escola e se prepara para uma batalha de vida ou morte. Marca a volta de Jamie Lee Curtis. Steve Miner é o diretor desse.
Halloween Ressurection (A Ressurreição), filme de 2002, dirigido por Rick Rosenthal. Laurel (Jamie Lee, de novo) ficou internada num manicômio. Myers tem planos para ela... Enquanto isso, em Haddonfield (a cidade de Myers) um empresário quer ganhar uma grana num webcast, recrutando seis estudantes para passar a noite da casa de Michael. Claro que isso não ia dar certo. Myers voltou para limpar a casa. A transmissão é ao vivo, e as câmeras já estão ligadas.